Família de fiel que não resistiu durante culto em MT nega engasgo e diz o que acreditam

A fiel não resistiu durante um culto, e a família passou a se manifestar publicamente sobre o ocorrido.

A morte de Danielle Santos Rissi, de 40 anos, registrada no último sábado, 2 de maio de 2026, em Cuiabá, tornou-se alvo de versões divergentes entre informações iniciais repassadas às autoridades e o posicionamento oficial de seus familiares.

De acordo com o boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Civil, a causa do óbito teria sido asfixia por inalação de um chiclete durante um culto religioso realizado no bairro Santa Cruz.

No entanto, a família contestou de forma enfática essa versão, afirmando que Danielle sofreu um mal súbito. Segundo os parentes, não houve qualquer episódio de engasgo, e a hipótese apresentada inicialmente não corresponde ao que foi presenciado por pessoas próximas.

O atestado de óbito emitido pelo Hospital Municipal de Cuiabá descreve a morte como natural, de causa indeterminada, sem menção a obstrução por corpo estranho. Esse documento reforçou o posicionamento da família, que passou a questionar a informação divulgada anteriormente.

“Ela deixa esposo e dois filhos, que estão sofrendo profundamente com sua ausência. Pedimos, acima de tudo, respeito ao luto da nossa família”, declarou a irmã da vítima, emocionada, ao comentar a situação.

A familiar destacou ainda que desconhece a origem da informação sobre o suposto engasgo e reforçou o pedido por respeito à privacidade do esposo e das crianças neste momento delicado.

Enquanto isso, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realiza exames complementares para emissão de um laudo conclusivo, com prazo estimado de até dez dias. A Polícia Civil informou que o registro inicial foi baseado nos relatos colhidos pela equipe do Samu durante o atendimento emergencial.

A igreja frequentada por Danielle também divulgou nota de pesar, lamentando a perda e destacando sua dedicação à fé e à comunidade religiosa. Amigos e membros da congregação prestaram homenagens, lembrando-a como uma pessoa participativa e acolhedora.

O caso gerou grande repercussão nas redes sociais, onde diferentes versões passaram a circular rapidamente. Diante disso, familiares pedem cautela na divulgação de informações não confirmadas, ressaltando que especulações aumentam ainda mais o sofrimento neste momento de dor.

Agora, a expectativa se concentra na conclusão do laudo pericial, que deverá esclarecer oficialmente a causa da morte. Até lá, a família segue unida, buscando conforto e aguardando respostas definitivas sobre o que realmente aconteceu durante o culto.