Identificada jovem de 22 anos que perdeu a vida ao ser alvejada no pescoço no meio da rua

Jovem de 22 anos é morta a tiros em frente à casa de amiga; Polícia Civil investiga o caso

A comunidade do bairro Abolição IV, em Mossoró, amanheceu abalada após mais um episódio de violência registrado na cidade. O crime chamou a atenção dos moradores e reforçou a preocupação com a segurança em áreas residenciais, onde casos dessa natureza costumam provocar medo e sensação de insegurança.

A violência urbana continua sendo um dos principais desafios enfrentados por diversas cidades brasileiras. Além do impacto direto sobre as vítimas e seus familiares, ocorrências como essa mobilizam as forças de segurança e exigem investigações detalhadas para identificar os responsáveis e esclarecer as circunstâncias dos crimes.

Foi nesse cenário que a jovem Anny Kerollayne Rodrigues de Morais, de 22 anos, perdeu a vida na noite de domingo (5), após ser atingida por um disparo de arma de fogo em frente à casa de uma amiga. Até a última atualização das autoridades, ninguém havia sido preso e a motivação do crime permanecia desconhecida.

Segundo informações da Polícia Civil, Anny passou parte da noite com uma amiga em uma praça localizada nas proximidades do bairro. Em seguida, as duas seguiram para a residência, onde a vítima permaneceu sentada do lado de fora, enquanto a amiga entrou no imóvel.

De acordo com as investigações iniciais, foi nesse momento que um único disparo atingiu Anny na região do pescoço. Conforme informou o delegado Jomário Montenegro, o projétil atravessou o corpo da jovem e atingiu a cadeira em que ela estava sentada.

A vítima morreu ainda no local, antes da chegada das equipes de socorro. A suspeita inicial é de que o disparo tenha sido efetuado com um revólver, embora essa informação ainda dependa da conclusão dos exames realizados pela perícia técnica.

Policiais militares do 2º Batalhão isolaram a área para preservar a cena do crime até a chegada das equipes da Polícia Civil e da Polícia Científica, responsáveis pela coleta de vestígios e demais procedimentos periciais.

Durante os levantamentos realizados no local, os investigadores constataram que a cápsula da munição utilizada não foi encontrada. Além disso, o telefone celular da vítima também não estava no local, circunstâncias que passaram a integrar as linhas de investigação conduzidas pela Polícia Civil.

A Delegacia Especializada em Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) ficará responsável pelo caso. Os investigadores deverão analisar imagens de câmeras de segurança, ouvir testemunhas e reunir outros elementos que possam ajudar na identificação do autor e no esclarecimento da motivação do crime.

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Enquanto a investigação prossegue, familiares e amigos enfrentam o difícil momento da perda e aguardam respostas sobre o que levou à morte da jovem. As autoridades reforçam que qualquer informação que possa contribuir com as investigações deve ser comunicada pelos canais oficiais de denúncia, preservando o sigilo do denunciante.