Menina de 12 anos morre após ser agredida em ponto de ônibus escolar; família cobra Justiça
A morte de Jada West, uma menina de apenas 12 anos, provocou comoção e revolta em Villa Rica, na Geórgia (EUA). A jovem foi agredida perto de casa, após sair da escola, e não resistiu aos ferimentos, mesmo após ser internada.
Pelas redes sociais, a tia de Jada, De’Quala McClendon, fez um desabafo contundente, negando que a situação se tratasse de uma briga comum. Segundo ela, pelo menos uma adulta presenciou as agressões e permaneceu conivente. McClendon explicou ainda que sua sobrinha não conhecia a agressora e, no vídeo gravado por um celular, Jada aparece questionando o grupo ao redor sobre o motivo da violência.
O vídeo mostra Jada e a outra garota trocando tapas e socos até que a menina é atingida de forma contundente, desmaia e cai no chão. Ela foi imediatamente levada ao hospital, chegou a ser intubada e permaneceu internada, mas não resistiu aos ferimentos. “Eles falharam com a filha da minha irmã, porque estamos quebrados por isso. Alguém que nunca se meteu em problemas ou brigas apenas se defendeu contra um agressor”, desabafou a tia.
Segundo relatos da família, as intimidações contra Jada começaram ainda dentro da escola e se estenderam durante o trajeto no ônibus. Próximo de casa, os ataques culminaram nos socos que levaram à tragédia. Desde a mudança para o bairro, a menina havia se tornado alvo de bullying na Mason Creek Middle School.
O caso gerou grande repercussão nas redes sociais, provocando revolta entre pais, alunos e membros da comunidade local. As autoridades confirmaram que investigam o ocorrido, mas não divulgaram detalhes sobre o andamento das apurações. A identidade da agressora não foi revelada pela imprensa, e o vídeo das agressões segue circulando e viralizando online.