Garotinho de 5 anos tem morte confirmada e caso gera onda de comoção no interior do PR
As autoridades locais estão à frente da investigação da ocorrência.
Uma tragédia comoveu a população de Londrina, na região norte do Paraná, na tarde desta sexta-feira, 2 de janeiro. Um menino de apenas cinco anos perdeu a vida após se afogar em uma piscina localizada na sede campestre de um clube sindical da cidade.
O espaço pertence ao Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Londrina e fica na zona norte do município. Miguel Augusto Maimone dos Santos estava no clube acompanhado por familiares e outras crianças. Durante parte do passeio, o garoto utilizava um colete salva-vidas, equipamento que oferece maior segurança em áreas aquáticas.
No entanto, momentos antes do afogamento, ele se dirigiu ao banheiro e retirou o colete. Nesse intervalo, enquanto ainda estava sem o equipamento, Miguel se distanciou dos pais e acabou caindo em uma das piscinas do clube, com cerca de um metro e meio de profundidade.
A ausência da criança foi notada pelos familiares, que ao procurá-lo o encontraram submerso. Estima-se que ele tenha ficado cerca de seis minutos debaixo d’água antes de ser localizado. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas imediatamente e iniciaram procedimentos de reanimação ainda no local.
Os profissionais de emergência tentaram reverter o quadro por aproximadamente 45 minutos, aplicando todas as técnicas possíveis para salvar o menino. Infelizmente, apesar dos esforços, não foi possível restabelecer os sinais vitais da criança.
Especialistas em segurança infantil reforçam que acidentes em piscinas podem ocorrer em poucos segundos, mesmo na presença de coletes salva-vidas ou outros equipamentos. A supervisão constante de crianças por adultos capacitados é essencial para prevenir tragédias.
Além disso, o episódio evidencia a importância de protocolos de segurança em clubes e locais de lazer, como sinalização adequada, cercas protetoras, alarmes em piscinas e treinamentos de primeiros socorros para funcionários e responsáveis.
A tragédia também serve de alerta à sociedade para a necessidade de conscientização sobre riscos em ambientes aquáticos, principalmente durante períodos de férias e calor intenso, quando a frequência em piscinas aumenta significativamente.
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