Hospital expõe a ‘verdade’ sobre a morte da influencer Isabel Veloso aos 19 anos

A jovem Isabel Veloso lutou bravamente por sua vida. Após a repercussão causada por sua morte, o Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba, divulgou uma nota oficial para esclarecer as circunstâncias do falecimento da influenciadora digital, ocorrido aos 19 anos.

Isabel estava internada desde novembro, após enfrentar complicações decorrentes de um transplante de medula óssea. O posicionamento da instituição foi divulgado em meio a questionamentos públicos feitos pelo pai da jovem, Joelson Veloso, que levantou suspeitas de possível negligência médica durante o período de internação.

No comunicado, o hospital informou que a morte ocorreu em decorrência de complicações associadas ao transplante, procedimento indicado em casos específicos de linfoma de Hodgkin, doença com a qual Isabel convivia desde a adolescência. A instituição ressaltou que o tratamento seguiu rigorosamente os protocolos médicos estabelecidos para casos de alta complexidade e elevado risco.

Segundo a nota, a paciente recebeu assistência contínua de uma equipe multiprofissional, com acompanhamento criterioso durante todo o período de internação. O hospital também lamentou a perda e manifestou solidariedade à família, reafirmando o compromisso com uma assistência humanizada, especializada e baseada nas melhores práticas médicas disponíveis.

Ainda conforme o comunicado, a piora do quadro clínico de Isabel ocorreu nos últimos dias e foi resultado de complicações reconhecidas pela literatura médica como possíveis após transplantes de medula óssea, mesmo quando realizados dentro das normas de segurança e monitoramento adequadas.

A manifestação pública da instituição aconteceu após declarações do pai da jovem nas redes sociais. Em suas publicações, Joelson relatou frustração com a condução do tratamento e afirmou buscar esclarecimentos sobre os procedimentos realizados antes e após a morte da filha.

As declarações provocaram grande comoção entre os seguidores de Isabel e impulsionaram debates nas redes sociais, ampliando a discussão sobre a transparência no atendimento hospitalar, a comunicação com familiares e o acolhimento oferecido em momentos de extrema vulnerabilidade.

O caso continua mobilizando a opinião pública, tanto pelo impacto emocional causado pela morte precoce da jovem quanto pela relevância de garantir segurança, informação clara e cuidado humanizado a pacientes submetidos a tratamentos complexos.


A trajetória de Isabel trouxe visibilidade à realidade enfrentada por pacientes oncológicos jovens, evidenciando não apenas os desafios físicos do tratamento, mas também o impacto emocional vivenciado por eles e por suas famílias ao longo do processo.


Especialistas ressaltam que transplantes de medula óssea envolvem riscos significativos e exigem acompanhamento intensivo, o que reforça a importância de comunicação transparente entre equipes médicas e familiares, especialmente diante de intercorrências graves.


Enquanto a família busca respostas e enfrenta o luto, o episódio reacende o debate sobre confiança nas instituições de saúde e a necessidade de fortalecer práticas de acolhimento, empatia e diálogo, fundamentais em situações que envolvem a vida e a dignidade humana.

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