Mulher de 48 anos que morreu em grave colisão em SC é identificada; ela era mãe e avó

O acidente ocorreu no final da tarde do último domingo, 18 de janeiro. Além das rodovias, as avenidas brasileiras continuam sendo cenário de inúmeros acidentes que ceifam vidas e transformam rotinas em dor. Todos os dias, famílias são surpreendidas por perdas inesperadas causadas por colisões que, muitas vezes, poderiam ser evitadas.

O trânsito intenso e a impaciência dos condutores seguem cobrando um preço alto: vidas interrompidas prematuramente. Entre essas histórias está a de Lucimara Walter, de 48 anos, que morreu após uma colisão entre a motocicleta que conduzia e um carro, no centro de Canoinhas, no Planalto Norte de Santa Catarina.

O acidente aconteceu por volta das 18h e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu, que encontraram a vítima em parada cardiorrespiratória. Apesar das manobras de reanimação realizadas no local, Lucimara não resistiu aos ferimentos e teve o óbito confirmado logo após dar entrada na UPA de Canoinhas.

O motorista do carro, de 29 anos, saiu ileso. Lucimara, mãe de quatro filhos e avó de dois netos, deixou um vazio profundo entre familiares e amigos. Nas redes sociais, homenagens emocionadas foram compartilhadas por parentes e conhecidos.

“Vai em paz, sogra, vou sempre guardar o seu sorriso encantador em meu coração”, escreveu a nora. A sobrinha também se despediu: “Hoje o céu ganha um brilho a mais com a sua chegada. Sua alegria e seu amor pela vida nunca serão esquecidos”.

O velório ocorreu na Capela Mortuária do bairro São Cristóvão, e o sepultamento foi realizado na tarde desta segunda-feira, 19 de janeiro, no Cemitério de Três Barras. Lucimara é lembrada como uma mulher carinhosa, alegre e sempre disposta a ajudar.


A tragédia ressalta a necessidade de atenção redobrada de motociclistas e motoristas em áreas urbanas, onde o risco de colisões é elevado devido ao tráfego intenso e à proximidade de pedestres e outros veículos.


Especialistas em trânsito destacam que o uso correto de equipamentos de proteção, como capacetes e roupas adequadas, e o respeito às regras de circulação podem reduzir significativamente o risco de acidentes graves.


A morte de Lucimara serve como um lembrete doloroso de que a prudência no trânsito não é apenas uma questão de segurança individual, mas uma responsabilidade compartilhada que impacta famílias e comunidades inteiras.