PM de Minas confirma morte de suspeito de matar homem em academia no Rio de Janeiro; suspeito integrava facção
A Polícia Militar de Belo Horizonte confirmou a morte de Jhony Horta Pereira, de 23 anos, suspeito de assassinar um homem dentro de uma academia na comunidade da Rocinha, no Rio de Janeiro. O crime ocorreu em setembro e, desde então, o suspeito estava foragido da Justiça.
De acordo com informações registradas no boletim de ocorrência, a Polícia Civil do Rio de Janeiro entrou em contato com o Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam) de Minas Gerais após obter indícios de que Jhony estaria escondido na capital mineira.
Com base na troca de informações entre as corporações, a Polícia Militar de Minas Gerais iniciou diligências para localizar o foragido. Por meio do setor de inteligência, os policiais chegaram a um endereço no bairro Minaslândia, na região norte de Belo Horizonte, onde Jhony estaria se escondendo.
Ao chegarem ao local, os militares identificaram o suspeito e constataram que ele estava armado. Jhony recebeu ordem para soltar a arma, mas não obedeceu. Diante da resistência, os policiais forçaram a entrada no imóvel e o encontraram na varanda da residência.
Segundo relato dos agentes, o suspeito foi novamente orientado a se render, porém voltou a desobedecer e apontou a pistola em direção à equipe policial. Em situação de autopreservação, os militares efetuaram disparos. Jhony chegou a ser socorrido e encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte, mas não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada.
As investigações apontam que Jhony Horta Pereira integrava a facção criminosa Terceiro Comando Puro. Ele é acusado de ter efetuado os disparos que resultaram na morte de um homem dentro de uma academia, em setembro, no Rio de Janeiro.
A vítima foi atingida a queima-roupa, com vários tiros na região da cabeça. O crime gerou grande repercussão após a divulgação das imagens captadas pelas câmeras de segurança do estabelecimento, que registraram toda a execução.
As gravações foram entregues à polícia e tiveram papel fundamental no avanço das investigações. A partir delas, foi possível identificar o autor e confirmar a dinâmica do crime, intensificando as buscas pelo suspeito.
Apesar de o homicídio ter ocorrido no Rio de Janeiro, Jhony era natural do estado de Minas Gerais, o que facilitou sua tentativa de se esconder na capital mineira após o crime. A polícia acredita que ele vinha se deslocando para evitar a captura.
A ação conjunta entre as forças de segurança dos dois estados foi decisiva para localizar o foragido. Casos como este evidenciam a importância da integração entre as polícias no combate ao crime organizado e na captura de suspeitos de crimes violentos.
A ocorrência segue sob apuração para esclarecimento completo dos fatos relacionados à ação policial, conforme os protocolos legais. O caso permanece sob responsabilidade das autoridades competentes.
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