SC: Identificada mulher que perdeu a vida em momento de lazer
O caso ocorrido na manhã do último domingo, 15 de março, em Garuva, no Norte de Santa Catarina, gerou grande comoção na comunidade local e reforça os riscos associados a passeios de bicicleta em estradas rurais. Embora sejam atividades populares e saudáveis, trechos com descidas acentuadas e vias de terra exigem atenção redobrada para evitar acidentes graves.
A vítima foi identificada como Maria Márcia Muller Zietz, de 55 anos, que participava de um passeio de bicicleta pela região. O acidente aconteceu por volta das 7h45 na Estrada Quiriri, quando Maria Márcia perdeu o controle da bicicleta durante uma descida e acabou colidindo contra uma árvore às margens da via, sofrendo um traumatismo craniano grave.
Uma prima da vítima, que participava do mesmo percurso, relatou ter perdido Maria Márcia de vista por alguns instantes antes de encontrá-la caída. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foram acionadas imediatamente, mas a mulher não resistiu aos ferimentos, e o óbito foi confirmado ainda no local.
O Instituto Geral de Perícias esteve presente para conduzir os trabalhos técnicos e recolher o corpo, enquanto a Polícia Civil registrou a ocorrência como morte acidental. Investigadores analisam as circunstâncias do acidente, incluindo possíveis falhas mecânicas na bicicleta, como problemas nos freios, que podem ter contribuído para a colisão fatal.
Amigos e familiares lamentaram a perda, destacando Maria Márcia como uma pessoa ativa, alegre e apaixonada por atividades ao ar livre. O acidente provocou repercussão nas redes sociais locais, com mensagens de homenagem e solidariedade à família.
Especialistas em segurança no ciclismo alertam que trajetos com descidas íngremes, curvas e superfícies irregulares exigem equipamentos adequados, como capacetes, luvas e sistemas de freio revisados, além de atenção contínua durante o percurso.
Este episódio reforça a importância de práticas preventivas, incluindo planejamento de rotas, uso de equipamentos de proteção e supervisão em grupos, para reduzir os riscos de acidentes e proteger a vida de ciclistas, mesmo em atividades recreativas aparentemente rotineiras.