Polícia identifica mulher que atropelou e matou namorado e amiga dele; vítimas também foram identificada

Uma jovem foi presa pouco depois de um crime que chocou e gerou grande repercussão em São Paulo. Dois jovens morreram após serem vítimas de um atropelamento intencional. Eles estavam em uma motocicleta quando foram atingidos violentamente na traseira por um carro. Com o impacto, ambos não resistiram aos ferimentos e morreram no local.

Geovanna Proque da Silva, de 21 anos, foi presa em flagrante sob a acusação de ter acelerado o veículo contra a moto onde estavam seu namorado, Raphael Canuto Costa, também de 21 anos, e uma amiga dele, Joyce Corrêa da Silva, de 19 anos. Joyce havia aceitado uma carona oferecida por Raphael, com quem mantinha apenas amizade.

De acordo com as investigações, Geovanna estaria irritada porque Raphael realizava um churrasco em sua residência e havia mulheres convidadas para o encontro. Antes de ir até o local, a jovem teria feito ameaças por telefone. Ao chegar à casa, tentou agredir algumas das mulheres presentes, mas foi impedida por Raphael.

Após a confusão, Raphael saiu de casa para andar de moto, sendo seguido por Geovanna. Em uma adega, ele encontrou Joyce e ofereceu carona à jovem. Ao presenciar a cena, Geovanna teria se exaltado ainda mais, iniciando uma perseguição que durou aproximadamente 500 metros.

O impacto da colisão foi tão forte que a motocicleta foi arremessada por cerca de 30 metros. Raphael e Joyce morreram no local, com os corpos presos às ferragens. Após o atropelamento, Geovanna fugiu, mas acabou sendo localizada pouco depois, ao passar mal.

Segundo a polícia, a jovem apresentava sonolência e relatou ter ingerido antidepressivos antes do crime. Ela foi escoltada por agentes e levada ao hospital para atendimento médico. Após receber cuidados, permaneceu sob custódia das autoridades.

Testemunhas informaram que Raphael e Geovanna mantinham um relacionamento há cerca de um ano. Já a relação entre Raphael e Joyce era apenas de amizade, construída durante o período em que trabalharam juntos no mesmo local.

O caso segue sob investigação para apurar todas as circunstâncias do crime e confirmar se houve premeditação. A polícia também avalia laudos periciais e depoimentos de testemunhas para complementar o inquérito.

A tragédia reacendeu debates sobre crimes motivados por ciúmes e violência emocional, que frequentemente terminam de forma irreversível. Especialistas alertam para a importância de buscar ajuda psicológica em situações de conflito intenso.

Familiares e amigos das vítimas pedem justiça e aguardam os próximos desdobramentos do caso, enquanto a comoção cresce nas redes sociais, onde muitos manifestam indignação e solidariedade às famílias enlutadas.

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