Turista não resiste e perde a vida após comer caranguejo em praia de AL; caso é importante alerta
A morte foi registrada nesta última terça-feira, 5 de maio, e trouxe novamente à tona os riscos associados a reações alérgicas alimentares graves, especialmente quando há contato com alimentos potencialmente desencadeadores durante viagens e momentos de lazer.
Pessoas com histórico de alergias precisam manter atenção constante, já que alimentos da mesma família podem provocar reações semelhantes no organismo. Em alguns casos, a ingestão de pequenas quantidades pode desencadear respostas rápidas e potencialmente fatais.
O cabeleireiro Eryvelton Gomes, de 34 anos, morreu após passar mal na Praia do Francês, em Marechal Deodoro, Alagoas, durante uma viagem de férias com familiares. Natural de Várzea Grande, no Mato Grosso, ele estava acompanhado do marido, Lucas Gabriel, e de uma prima.
Segundo relatos da família, Eryvelton tinha alergia conhecida a camarão, mas acreditava que não teria reação ao consumir caranguejo. Pouco tempo após a refeição, ele começou a apresentar sintomas ainda na praia, o que levou ao acionamento imediato de equipes de socorro.
Os primeiros atendimentos foram realizados no local, porém familiares relataram que não havia medicamentos antialérgicos disponíveis naquele momento. Diante da gravidade do quadro, ele foi encaminhado com urgência para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
Na unidade de saúde, a equipe médica tentou reanimá-lo por cerca de 40 minutos, mas ele não resistiu. O caso gerou grande comoção entre familiares e amigos, que acompanham a repercussão da tragédia.
Após o ocorrido, a família iniciou uma campanha nas redes sociais para arrecadar recursos destinados ao translado do corpo para Mato Grosso. O valor estimado é de aproximadamente R$ 11 mil, segundo informou a prima da vítima, Erica Batista.
Ela também explicou que, caso o valor arrecadado ultrapasse o necessário, o excedente será utilizado para apoiar o marido da vítima nas despesas do casal, que trabalhava de forma autônoma.
Até o momento, o corpo ainda aguarda liberação no Instituto Médico Legal (IML) de Alagoas. Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas. O caso reforça a importância da conscientização sobre alergias alimentares e da rápida disponibilidade de atendimento adequado em situações de emergência.